Portal 65

por | 10 outubro 2015 | 14 Comentários

Enfermeira obstétrica, Psicóloga e YouTuber. Madura, vivendo o feminino pleno, o tempo do carvalho. Com netos que provocam o impulso de amadurecimento e atualização continua. Amo os livros. Amo as cores. Amo as artes. Adoro viajar. Aprender e ensinar é minha paixão. Sou profundamente inspirada no universo das boas conversas.

Lorena Carvalho-64 anos- Brasil- Foto Léia Senem

Lorena Carvalho-Foto Léia Senem – julho 2015

Pauta de hoje: Comemorar e agradecer! E transitar pelo portal 65 no “modo” orante, celebrante e em gratidão porque a vida me “há dado tanto”.

Em 10 de outubro nasci. A cada 10 de outubro, assim como a cada instante, morro e renasço. Hoje morro pro ontem e re-nasço pra uma “nova voltinha ao redor do sol”. Que virá como estiver “escrito” e na certeza de que com a graça de Deus, consciência e as decisões que tomo  instante a instante  escrevo (reescrevo?) uma história de milagres.

São 65 anos, e milênios mais, registrando primaveras, verões, outonos e invernos se alternando na minha história. Agora com algum entendimento sobre o propósito de tudo. Mais do que celebrar a idade do corpo quero viver na celebração profunda da minha natureza original. Assim celebro o corpo verdadeiro, a existência em si mesma, que existe antes do nascimento e sobrevive à morte.

Vivo o onze (6+5=11), um portal, “um número sagrado que representa duas vezes Deus. É a revelação do Homem que será dotado de inspiração e não precisará mais do que segui-la para obter sucesso e SER o que É.  A inspiração é dada mas o dever é revelá-la. Na coragem e poder espiritual”. Que fase abençoada!

Sou presente da força criadora, meu presente e os presentes que recebo e desembrulho (!) em gotas e a grandes doses doados pela VIDA. Estou profundamente agradecida a todos que cruzam e com quem cruzo no caminho e aos que, de tão próximos e catalizadores de grandes revoluções internas, nomeio talismãs.

Agradeço por estar na teia planetária e além, neste momento histórico. Sou tecelã dela e nela, a cada dia, com mais consciência. E a serviço. Identifico que muitas vezes, no atrito, nesta tecitura, vivo a experiência de me tornar “pedra rolada”.

Pro futuro? Semeio-o hoje na “dor e delícia” de ser quem sou-estou. Vivo, aprendo e distribuo.

O decreto pra esta fase? Repito-o há três anos como fruto da elaboração que fiz num estudo sistemático com Jane Guedes, do Livro Um curso em milagres:  reconheço que sou anfitriã do divino, que é TODO AMOR. E no seu amor escrevo uma história plena em milagres.

Em louvor e gratidão te ofereço e entrego-me à canção:

“Gracias a la vida” – de Violeta Parra com Mercedes Sosa